Bebidas de Portugal

by Be-Blogger Portugal on: Novembro 21st, 2012

Dedicamos esta semana Benetton a 5 bebidas e licores tradicionais portuguesas, que irão certamente ser boas ideias para presentes ou para receber os convidados nesta época natalícia, sendo assim uma boa oportunidade para oferecer produtos tipicamente portugueses.

 


MOSCATEL é o nome dado a uma variedade de uva bastante adocicada, vários vinhos e espumantes são produzidos através desta uva. Em geral, acompanham muito bem sobremesas ou gelados. É uma uva que tem como característica não perder a sua identidade durante a fermentação. Os Moscatel de Setúbal são exuberantes, doces, de gosto poderoso e melado, sugerindo a sua utilização para acompanhar por exemplo um pato com mel.


JEROPIGA é uma bebida típica portuguesa que adicionando aguardente ao mosto da uva para parar a fermentação fica uma bebida mais doce e alcoólica que o vinho. Esta bebida e água pé acompanhavam tradicionalmente os magustos, as festas de boas-vindas às castanhas mas como a sua produção era caseira foram proibidas por lei. Na zona de Castelo Branco costuma-se preparar adicionando um litro de aguardente a cada três de mosto, agitando o garrafão e deixando repousar até ao magusto.


AMARGINHA é uma bebida tradicional do Algarve que é obtida através de uma antiga receita de licor de amêndoa amarga, podendo ser apreciada como aperitivo, digestivo ou cocktail. A produção da Amarginha começa na rigorosa selecção dos seus ingredientes e acaba num período de maturação efectuado em cascos de carvalho e amazona, conferindo-lhe estabilização e riqueza de aromas incomparáveis e inconfundíveis.

 


GINGINHA é um licor obtido a partir da maceração da fruta da ginja, fruta semelhante à cereja e muito popular em Portugal, especialmente em Lisboa, Óbidos, Alcobaça e Algarve. Costuma servir-se com fruta partida no fundo do copo, popularmente dito “com elas” ou “sem elas, quando pura.


Conta a história que o LICOR BEIRÃO nasceu nos finais do século xix, em que um caxeiro-viajante de vinhos do Porto, de passagem pela Lousã, se apaixona pela filha de um farmacêutico com quem acabou por casar. Na farmácia para além dos medicamentos habituais, eram comercializadas fórmulas antigas mantidas em segredo. O jovem vindo do norte leva a cabo a produção dos néctares, pelos mesmos processos artesanais, numa pequena fabriqueta. Em 1929 batiza-se o licor de licor beirão. Desde então fabricado por ele e pela mulher, as vendas deste licor nunca pararam de crescer e tornaram-se actualmente num licor de grande sucesso.

 
 

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